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Menor foi enterrada viva, estava com os braços amarrados, cabeça desfigurada, e padrasto tem prisão decretada

Do Blog do Luís Cardoso

A Delegada titular do Maiobão, em Paço de Lumiar, Eunice Rubem, informou que Alanna Ludmilla (na foto com a mãe), 10 anos, que estava desaparecida desde quarta-feira, dia 1 deste, foi encontrada hoje enterrada numa cova rasa no quintal da própria com os braços amarrados e a cabeça desfigurada por causa da violência a que foi submetida.

A menina teria sido enterrada viva, o que falta ser comprovado pela perícia. 

Para a autoridade policial, quem cometeu o crime usou de requintes de perversidades e amarrou a criança, a espancou com violência, e depois enterrou o corpo coberto de sacos plásticos transparentes e a cabeça com um saco preto.

Segundo a primeira pessoa que localizou o corpo, o vizinho Nonato Vasconcelos, ela estaria sem as roupas quando foi desenterrada. Disse que sentiu hoje, por volta das 9h, um forte odor e que, na medida em que se aproximou de uma cerca no quintal, o fedor aumentou ainda mais.

Ele pulou pro quintal e começou a retirar pedaços de pedras e tijolos no local onde atraía muitas moscas. O corpo da menor foi levado para o IML  a fim de ser periciado.

Justiça decreta prisão de acusado de matar Alanna Ludmila

A delegada não descarta a possibilidade da participação de mais de uma pessoa no crime.

Desde quarta-feira que o clima era de esperança na porta da dona Jaciane Borges, mãe de Ludmilla, e até vizinhos, pessoas de outras comunidades, além de parentes, fizeram correntes de fé. Hoje, o clima é de revolta, com pedidos de justiça.

O padrasto da menina, Robert Serejo Oliveira, que esteve na casa por duas vezes, pela manhã e de tarde no dia do crime, continua foragido. Por isso, teve prisão decretada.

Sargento ferido em troca de tiros em Paço do Lumiar está em estado grave

Do G1 MA

O estado de saúde do sargento da Polícia Militar, Rubem Ferreira, é grave, como informou a família do policial. Ele está em coma no Hospital Dr. Carlos Macieira, em São Luís, por conta de um tiro que o atingiu no abdômen, na última sexta-feira (28), em Paço do Lumiar, Região Metropolitana de São Luís. O militar perdeu parte do intestino. A primeira-dama da cidade, Núbia Dutra, se recupera das lesões, em casa.

O caso envolveu outro Policial Militar identificado como Vanilson, que foi ao local para atender a um chamado da primeira-dama. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que este militar “ficará preso no Comando Geral da Polícia Militar até que seja apurado o fato”. As armas utilizadas no tiroteio foram apreendidas e serão periciadas para os devidos esclarecimentos.

Toda a confusão foi registrada por câmeras de um condomínio, que fica na Avenida Principal do bairro Sítio Grande, entre a Estrada da Maioba e o Conjunto Maiobão, em Paço do Lumiar. Nas imagens, vê-se um carro chegando com o policial na condução e uma acompanhante que desce enfurecida. Núbia Feitosa disse que viu o policial agredindo a mulher e, por isso, resolveu interferir. Mas a mulher, que não quis se identificar, disse que não houve agressão em momento algum e que o sargento estava lhe ajudando.

Acrísio Botão é irmão do sargento Rubem Ferreira (Foto: Reprodução/TV Mirante)

 “A intenção dele era me ajudar. De me levar ao hospital. Eu perdi o controle da situação. E não tenho ‘caso’ com ele. Somos amigos de muito tempo, que fique bem claro. Ele estava me dando uma carona. Essa história de que teve discussão e ele me agrediu. Isso não teve em momento nenhum teve agressão”, disse.

Sobre o momento dos disparados, ela garante que não viu que atirou primeiro, pois estava buscando proteção uma vez que percebeu que os dois homens estavam armados. “Quando eu afastei e ‘dei a costa’, só ouvi um disparo. Não sei quem atirou, mas o disparo só aconteceu depois que essa outra pessoa chegou armada”.

Enquanto o sargento está internado em estado grave, a família foi comunicada do termo de prisão do policial.

“Chegam dois policiais trazendo um termo de conhecimento pra gente assinar dizendo que meu irmão estava sendo autuado em flagrante”, disse o comerciante Acrísio Botão.

Outra versão

Núbia Dutra saiu do hospital com curativos pelo corpo após tiroteio (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Núbia Dutra se recupera ao lado da família. Ela ficou menos de 24h no hospital e saiu com curativos no rosto, ombro e na mão esquerda. A versão contada por ela é diferente da contada pela mulher que acompanhava o sargento.

 “Nós vimos o carro parado em frente ao condomínio e o senhor dando tapa na moça. Ela saindo e ele tentando trazê-la de volta para o carro. Eu fiz a curva, voltei e pedi que ela fosse para o meu carro. A gente quase conseguiu que ela chegasse ao carro, mas aí ele percebeu e ficou extremamente violento e estava armado. Nós ficamos 28 minutos sob a mira da arma dele, desviando todo tempo. Eu disse que era detetive, pois sou. E disse: então mostre seu distintivo. O senhor está bêbado, armado, ameaçando algumas pessoas. Isso não pode, é exercício ilegal da sua profissão”, disse Núbia, que também é secretária de Administração do município.

Sobre o início dos tiros, Núbia disse que Vanilson reagiu, pois, segundo ela, Rubem Ferreira foi quem atirou. “Ele (Rubem) atirou primeiro. Ele disparou dez vezes a arma dele. Ela tinha 15 projéteis e ficaram só cinco. Depois que houve resposta da pessoa que trabalha com o prefeito, no sentindo de nos livrar”, concluiu.

NOTA DA SSP

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-MA) informa que está investigando o caso envolvendo a primeira-dama de Paço do Lumiar, Núbia Dutra, e dois policiais militares. O inquérito foi aberto e as investigações já começaram. O sargento Rubem Gomes, que levou um tiro no abdômen, está internado, mas a família não autorizou divulgação do boletim médico. Já o sargento Vanilson ficará preso no Comando Geral da Polícia Militar até que seja apurado o fato. Por conta da troca de tiros, as armas foram apreendidas e serão periciadas para a elucidação de onde partiu o disparo que feriu a primeira-dama.

Delegado, policiais e advogado são presos suspeitos de corrupção no Maranhão

Policiais são presos por corrupção

Do G1 Maranhão

Uma ma equipe inteira da Polícia Civil e mais um advogado foram presos na manhã desta quarta-feira (28), em Açailândia, distante 550 km de São Luís, por integrarem uma quadrilha que usava a própria delegacia da cidade (1º DP) como local para negociatas, de acordo com o delegado geral de Polícia Civil do Maranhão, Lawrence Melo.

Pelo menos quatro casos estão sendo investigados.

O delegado Thiago Filippini, o investigador Glauber Santos da Costa, a escrivã Sylvia Helena Alves, o carcereiro Mauricélio da Costa Silva e o advogado Eric Nascimento Carosi foram presos preventivamente na própria cidade onde trabalhavam e encaminhados para São Luís no fim desta manhã por meio de um helicóptero policial do Centro Tático Aéreo (CTA).

“Uma investigação conduzida pela Superintendência Estadual de Combate a Corrupção, vinculada à Polícia Civil, teve início a partir de denúncias realizadas no Ministério Público em Açailândia sob a conduta de policiais civis com a participação de um advogado formando uma verdadeira organização criminosa, que buscava desvirtuar todas as obrigações legais que aquela equipe deveria estar praticando”, disse o delegado geral.

De acordo com as investigações, eles negociavam com as pessoas conduzidas à delegacia em vez de iniciarem o procedimento legal. A negociação tinha por objetivo a liberação dos detidos mediante pagamento de propina que variava de acordo com o crime cometido.

“Foram reiteradas situações e algumas já estão formalizadas com provas testemunhais e materiais. O valor exigido pela organização criminosa dependia da gravidade do delito, mas não tem como informar ainda um valor preciso”, declarou o delegado geral.

Em um dos casos, Lawrence Melo revelou que o delegado preso chegou a retirar o que já havia sido inserido no sistema da Polícia Civil, mas as alterações ficaram registradas e serviram para comprovar as ações suspeitas do grupo.

Eles devem responder por concussão (crime praticado por funcionário público que busca vantagens pra si e para outros), corrupção passiva e organização criminosa.

Operação combate facção Primeiro Comando da Capital

A Polícia Civil
deflagrou hoje (10) a segunda fase da Operação Legião para conter o avanço da
facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no Distrito Federal. As
ações começaram na semana passada com o cumprimento de buscas na cela do líder
do grupo no presídio de Foz do Iguaçu, no Paraná. O nome dele não foi
divulgado.
Nesta fase da operação,
a segunda, estão sendo cumpridos 43 mandados em presídios do Distrito Federal e
Entorno, além de dois mandados contra pessoas que estavam em liberdade. Ao mesmo
tempo, são realizadas buscas em unidades prisionais.
Segundo a Polícia
Civil, Priscila Cesário da Silva, 26 anos, e Magdiel de Oliveira Santos, 20
anos, foram presos no Novo Gama, em Goiás. Na casa de Magdiel, foi encontrada,
em um armário, uma estufa para cultivo de maconha.
De acordo com o
delegado-chefe da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado, Luiz Henrique
Sampaio, os dois presos integram a base da organização, mas são importantes
porque prestam apoio e facilitam o cometimento de crimes pela facção. 
Restam
ainda nove mandados de prisão no DF e Entorno contra pessoas em liberdade.
Monitoramento
Por meio de nota, a
Polícia Civil ressaltou que, há dez anos, constatou que o PCC tentava se firmar
no Distrito Federal. Em outubro de 2015, durante a Operação Avalanche, foram
cumpridos 40 mandados de prisão preventiva, sendo que cinco dos detidos estavam
em liberdade, e o restante encontrava-se em presídios do DF e de Mato Grosso
Sul e Goiás, do Tocantins e de São Paulo.
“Depois dessa ação, o
comando criminoso encontrou muita dificuldade para eleger novos líderes locais.
Por conta disso, acabaram por nomear uma chefia em outro estado, no Paraná”,
explicou Luiz Henrique.

Aprovado projeto que delimita atuação dos detetives particulares

Os detetives
particulares podem ter sua profissão regulamentada. O Senado aprovou nesta
quarta-feira (15) projeto que define as regras para o exercício da profissão,
entre elas a conclusão de curso de profissionalização.
O texto também define a
área de atuação desses profissionais, para que seu trabalho não se confunda com
o da polícia.
O projeto (PLC
106/2014) não sofreu mudança de mérito e depende apenas da sanção presidencial
para virar lei.
O texto é do
ex-deputado e atual ministro do trabalho, Ronaldo Nogueira (PTB-RS). Para o
relator do texto, senador Humberto Costa (PT-PE), esses profissionais precisam
ter a área de atuação delimitada, já essa atividade permite o acesso à
privacidade dos indivíduos.
O senador lembra que,
muitas vezes, esses profissionais acabam até invadindo as atribuições da
polícia, motivo pelo qual é necessária a regulamentação.
— Definir claramente o
escopo, o objetivo dessa profissão e as condições em que ela deve ser exercida
é perfeitamente necessário e importante — defendeu o senador.
Regras

Pelo texto, o detetive
particular deverá ter nível médio concluir curso de profissionalização em
“atividade de coleta de dados e informações de interesse privado”, com carga de
600 horas.
Conhecimentos de
direito penal, processual penal, constitucional, civil e direitos humanos devem
integrar o currículo. Quem quiser exercer oficialmente a profissão também não
poderá ter condenação penal.
A atuação desses
profissionais poderá se dar em investigações sobre infrações administrativas e
quebras de contrato; conduta lesiva à saúde e integridade física; idoneidade de
empregados e violação de obrigações trabalhistas; questões familiares,
conjugais e de filiação; e de desaparecimento e localização de pessoas ou
animais.

Caso haja qualquer
indício de crime, a investigação deve parar e o caso deve ser comunicado à
polícia.

Operação conjunta do MPMA, PRF e Polícia Civil apreende veículos roubados

Operação reuniu MPMA, PRF e Polícia Civil

Carros
apreendidos estão avaliados em R$ 1 milhão

O Ministério Público do
Maranhão (MPMA), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Civil realizaram,
nesta sexta-feira, 3, uma operação conjunta de combate a roubo, receptação,
adulteração e clonagem de veículos que circulavam nos municípios de São
Domingos do Maranhão, Fortuna e Governador Luís Rocha (termos judiciários da
comarca).
A operação resultou na
apreensão de sete caminhonetes Toyota Hilux e de um Fiat Strada, todos
adulterados e identificados com ocorrência de roubo ou furto em diferentes
estados do país.
A maior parte dos
veículos foi encontrada na posse de pessoas que os compraram de boa fé,
chegando a pagar R$ 180 mil por um veículo. De acordo com o promotor de justiça
Rogernilson Ericeira Chaves, titular da Comarca de São Domingos do Maranhão,
estima-se que a fraude já tenha chegado a mais R$ 1 milhão.
O trabalho de
investigação teve início a partir de apreensões de veículos pela PRF no
município de Caxias, no final do ano passado. As investigações revelaram que
criminosos adulteravam chassis, placas e outros elementos dos veículos para
dificultar a sua identificação.
Veículos foram
apreendidos em operação
As adulterações eram
tão bem feitas que os veículos chegavam a ser licenciados no próprio Detran em
nome dos novos compradores.
Chamou à atenção dos
investigadores o fato de que quase todos os veículos apreendidos na operação
terem sido comercializados por um mesmo corretor de veículos, conhecido na
região como “Helinho da Consolação”.
De posse de mandados de
busca e apreensão, os policiais apreenderam os veículos e efetuaram buscas na
residência de Helinho, de onde levaram diversos bens, inclusive um revólver
calibre 38, com seis munições intactas.

A operação realizada
nesta manhã foi a terceira realizada em pouco mais de um ano em São Domingos do
Maranhão. No total, mais de 30 veículos já foram apreendidos no município.

Polícia cumpre mandados de busca e apreensão em São Luís

Advogado Jorge Arturo é alvo de operação do MPMA
A pedido do Ministério
Público do Maranhão, a Justiça determinou a busca e apreensão, nesta
terça-feira, 17, nos imóveis do advogado Jorge Arturo Mendoza Reque Júnior na
capital maranhense.
A Polícia Civil
apreendeu computadores, documentos, joias, cheques e obras de arte no
escritório, localizado no Renascença, e em dois imóveis residenciais, um no
bairro do Olho D’Água e outro na Ponta D’Areia.
O advogado foi um dos
dez denunciados, em outubro de 2016, por pertencer a uma organização criminosa
que concedia compensações ilegais de débitos tributários com créditos
tributários a empresas, causando prejuízo milionário aos cofres públicos. A
estimativa inicial do MPMA é que o prejuízo tenha ultrapassado a cifra de R$
410 milhões.
O pedido cautelar
complementar de busca e apreensão de documentos, bens e equipamentos
eletrônicos de Jorge Arturo foi registrado no dia 13 de janeiro pelos
promotores de justiça Paulo Roberto Barbosa Ramos (2ª Promotoria de Justiça de
Defesa da Ordem Tributária e Econômica de São Luís), Marcia Moura Maia (12ª
Promotoria de Justiça Criminal) e Pedro Lino Silva Curvelo (32ª Promotoria
de Justiça Criminal), deferido na mesma data pela juíza Oriana Gomes,
titular da 8ª Vara Criminal.
O MPMA já havia
realizado pedido de busca e apreensão contra Jorge Arturo, em novembro do ano passado,
mas as investigações apontaram que, às vésperas do cumprimento da medida
judicial, o acusado retirou todos os documentos dos imóveis dele.
No pedido cautelar, os
promotores de justiça destacam que um dia antes da primeira decisão de busca e
apreensão deferida pelo Poder Judiciário, Jorge Arturo teria levado vários
documentos do seu imóvel com “claro objetivo de embaraçar as investigações e
destruir as provas dos crimes cometidos, o que representa não somente um
atentado à garantia da ordem pública como também à própria conveniência da
instrução criminal”.
Segundo o MPMA, Arturo
era um dos principais operadores da organização criminosa, pois fazia o
trabalho de agenciamento das empresas interessadas para que comprassem cotas de
precatórios inexistentes para compensação.

Juiz de Teresina pronuncia a júri maranhenses envolvidos na morte de Fábio Brasil

Jhonatan Silva acusado de Matar Fábio Brasil
O juiz Antônio Reis de
Jesus Nolleto da 1º Vara do Tribunal do Júri de Teresina (PI) pronunciou a
júri popular Jhonatan de Sousa Silva, acusado de ter executado o empresário Fábio
Brasil, Elker Farias Veloso, apontado como sendo a pessoa que dirigiu o carro
que deu fuga a Jhonatan Silva logo após ele ter assassinado o empresário.
José Miranda e Gláucio Alencar 
O crime ocorreu em
março de 2012, em Teresina, no Estado do Piauí.
Apesar de o Ministério
Público ter pedido em suas alegações finais a impronúncia, o magistrado
resolveu pronunciar os agiotas  Gláucio Alencar
Pontes de Carvalho, José de Alencar Miranda de Carvalho e o empresário José
Raimundo Charles Junior, o bolinha, como mandantes do crime.
O magistrado pronunciou ainda, o policial
militar Fábio Aurélio Saraiva Silva, o Fabio Capita, acusado de ter fornecido a
arma utilizada pelo pistoleiro Jhonatan para matar Fabio Brasil.
Fábio Aurélio também foi indiciado
A sentença é datada de
30 de setembro, os acusados ainda podem recorrer.
Entenda
o caso

O empresário Fábio
Brasil, de 33 anos, foi executado no dia 31 de março, em Teresina-PI, pelo
pistoleiro Jhonatan de Sousa Silva, por acumular dividas com agiotas.
A polícia chegou aos
acusados, após a morte do jornalista Décio Sá, em abril de 2012, em um bar na Avenida
Litorânea, em São Luís.
Fábio Brasil foi executado em Teresina
Segundo a polícia,
Décio foi morto por denunciar a ligação do bando com o assassinato de Fábio
Brasil, em seu blog.
Os agiotas Gláucio
Alencar Pontes de Carvalho, José de Alencar Miranda de Carvalho e o empresário José
Raimundo Charles Junior, o bolinha, São apontados como mandantes do crime.

Empresário confessa assassinato de publicitária

Lucas Portos, assassino confesso de Mariana Costa
O Secretário de Estado
da Segurança Pública, Jefferson Portela, confirmou durante entrevista coletiva
na manhã de hoje (16), que o empresário Lucas Porto confessou que matou a
publicitária Mariana Costa.
Segundo Jefferson
Portela, a confissão foi feita na noite de terça-feira (15), logo após a divulgação,
pela imprensa, dos vídeos que mostram o empresário na cena do crime.
Em depoimento, Porto
disse que ao chegar ao apartamento a vítima estava nua, momento em que ele
tentou abusar sexualmente dela. Ele admitiu, também, que nutria forte desejo
pela cunhada.
“Ele disse que tinha
uma atração muito forte pela Mariana. Disse que foi ao quarto e a encontrou sem
roupa. Lá, resolveu consumar seu desejo sexual. Daí se chegou a um resultado
morte”, declarou o secretário.
De acordo com o
secretário, “houve violência de natureza sexual”.
“Esta foi à
manifestação dele. Negou no primeiro momento a autoria do crime, mas declinou
agora. Contudo não muda nada na ação da polícia. Tudo que estava previsto para
ser feito vai ser feito. Ele disse que tinha paixão incontida pela cunhada. Mas
seguimos com as investigações”, completou.
O crime ocorreu no
domingo (13).

Ouvidoria da Polícia pede apuração sobre corpo de travesti encontrado em viatura

A Ouvidoria da Polícia
do Estado de São Paulo informou que acionou o Ministério Público (MP) para que
apure o caso do corpo de uma travesti encontrado na manhã de ontem (13) no
porta-malas de uma viatura da Polícia Civil que estava no estacionamento do 77º
Distrito Policial (DP) da capital paulista.
Segundo informações do
boletim de ocorrência, o corpo foi encontrado por policiais civis no interior
do compartimento reservado aos presos, que fica no lugar do porta-malas, e a
viatura tinha danos nos vidros, na lataria, fechadura e acrílico interno.
O delegado Marco
Antonio e o representante da Corregedoria, Felipe Martins da Silva, viram as
imagens do circuito interno de câmeras de segurança da delegacia e, de acordo
com o boletim, não constataram irregularidades por parte dos policiais civis.
“Eu já fui pessoalmente
lá no Ministério Público pra que ele imediatamente nomeie um promotor público
para ficar em cima desse caso desde agora. Trata-se de uma morte dentro de uma
viatura, em um estabelecimento policial e dentro do compartimento de presos”,
disse o ouvidor de polícia Julio Cesar Neves.
De acordo com o
ouvidor, a Corregedoria também será acionada para que tome alguma iniciativa no
caso. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública disse que foi registrado
boletim de ocorrência de morte suspeita e que não havia “sinais aparentes de
violência”.
Segundo a Secretaria de
Segurança Pública, a Polícia Civil vai analisar as imagens de câmeras de
segurança e a Corregedoria acompanha o caso.