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Desvio de merenda escolar

Quem pensou que corrupção é exclusividade dos terráqueos, se enganou. Em Martiolândia, capital do Planeta Marte, a merenda escolar enviada pelo Estado é armazenada na casa do prefeito Martiolando Embusteiro.

Segundo fontes, Martiolando também estaria utilizando os produtos em sua alimentação.

Na semana passada, Martiolando mandou para o lixo, dois baldes contendo centenas de pacotes de leite, que segundo ele, estaria com a validade vencida.

O Ministério da Política, órgão equivalente ao Ministério Público da Terra, já abriu procedimento para apurar o desvio da merenda escolar no município.

Prefeito divide cargos entre aliados

O prefeito eleito de
Martiolândia, a 30 km da capital Marte, iniciou a divisão de cargos entre aliados.
Partes dos contemplados não moram no município e nem conhecem os problemas
enfrentados pelos moradores.
O prefeito de uma
cidade vizinha a Martiolândia e amigo de Martiolano,  foi contemplado com a Secretaria de Infraestrutura.
É dele também o direito
de indicar a empresa que vai fazer a coleta de lixo no município e o os funcionários
para trabalhar na secretaria.
Segundo fontes, o
prefeito teria investido meio milhão de reais na campanha do amigo, que enfrentava
dificuldade financeira para bancar a campanha.
Quem mora em Martiolândia
e saiu às ruas para pedir votos para eleger Martiolano nas eleições de outubro,
pode ficar fora da administração.
Segundo fontes, o
prefeito Martiolano não teria interesse em acomodar quem mora no município e
deu o sangue em sua campanha.
“Seu Martiolano disse
que o povo daqui não tem qualificação, por isso vão ficar de fora. Para mim
essa é apenas uma desculpa para não ajudar quem já lhe ajudou”, disse uma
moradora.

Prefeito vai contratar 40 mil “bocas de urna”

Apesar dos 96% de
rejeição, o prefeito de Martiolândia, a 30 km da capital Marte vai a reeleição
e acredita que poderá se reeleger facilmente.
O município enfrenta
sérios problemas de infraestrutura, as Unidades Básicas de Saúde não possuem medicamentos,
médicos e material para fazer um simples curativo. As escolas não oferecem
nenhum conforto aos alunos e ainda falta merenda e professores.
Para continuar no
comando do município, o prefeito Martolano (PSF) aposta nos votos que virão dos
40 mil “boqueiros” que ele vai contratar as vésperas das eleições. 
Os “boqueiros” ficarão
confinados em um sítio na zona rural do município dois dias antes das eleições.
A cada um deles o prefeito pretende pagar R$ 100.
O dinheiro a ser gasto
com a “boca de urna” vem das propinas arrecadas de empreiteiras contempladas com
obras no município.

O Ministério da
Política – Órgão equivalente ao Ministério Público aqui da terra – já foi
informado da intenção de Martolano de fraudar as eleições.