Cidade

Manifestação patriótica de 7 de Setembro reúne multidão em São Luís e frusta sabotadores

 

Parcela expressiva da população de São Luís saiu às ruas para participar da manifestação patriótica alusiva ao 7 de Setembro. Com um sonoro grito de independência, em favor da democracia e da liberdade, os milhares de adeptos da causa não deram espaço para boicotes, apesar da tentativa de esquerdistas de fazer frente ao movimento.

Do ponto de partida da mobilização, na Avenidas Daniel de La Touche, até a Praça Maria Aragão, o que se viu foi uma multidão disposta a combater o abuso de instituições que vêm atentando contra uma série direitos constitucionais dos brasileiros, com motivação claramente política.

Na Avenida Litorânea, um grupo de militantes de esquerda tentou se infiltrar no cortejo de carros, motocicletas e bicicletas, mas desistiu ao constatar a gigantesca mobilização popular. Fontes informaram ao blog que alguns dos pretensos sabotadores eram integrantes do governo Flávio Dino (PSB), principal opositor do movimento no Maranhão.

Carreata seguiu o trajeto até a Praça Marise Aragão, com passagem pela Avenida Litorânea, onde mais pessoas se juntaram ao movimento

Barreira policial

A suspeita foi reforçada quando a romaria patriótica cruzou a Ponte Governador José Sarney, no São Francisco. Ao chegarem à cabeceira da Beira-Mar, motoristas, motociclistas e ciclistas que formavam o comboio se depararam com um bloqueio montado pela Polícia Militar, que escalou até a tropa de choque para reprimir qualquer tentativa dos manifestantes de chegar ao Palácio dos Leões, de onde o governador acompanhava as informações sobre o ato, tomado por extremo inconformismo.

O destino final da mobilização foi a Praça Maria Aragão, onde a multidão cantou o Hino Nacional, fez orações e se confraternizou, em clima pacífico e civilizado, fazendo eco às manifestações realizadas em Brasília e em São Paulo, onde o presidente Jair Bolsonaro reafirmou sua disposição para confrontar as forças que tentam, a todo custo, minar seu governo e arrancá-lo do poder.

Do  Blog do Daniel Matos

 

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